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Janeiro  2016

SÃO PAULO A Beleza tem Três Mamilos | Cia. Artesãos do Corpo  

Parte integrante do projeto “memórias re-inventadas” essa criação resgata e atualiza a trajetória da Cia. Artesãos do Corpo por meio de uma colagem de cenas, coreografias e composições. O recorte escolhido para esse experimento cênico é o do humor e do diálogo com a performance, uma vez que os intérpretes interagem e contracenam com vários objetos, criando uma atmosfera surreal, onde corpo e objeto se complementam na construção de uma dramaturgia instigante e provocadora. | De 29 a 31 de janeiro, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 17h.| SESC Belenzinho – Sala de Espetáculos I (rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho) | R$ 20 (inteira); R$ 10 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).| 70 min | Não recomendado para menores de 16 anos.

Nihil Obstat | J.Gar.Cia Dança Contemporânea
Como parte das comemorações de dez anos da companhia, este solo, Nihil Obstat (do latim “nada impede”), refere-se à aprovação, por parte de uma autoridade eclesiástica, de uma obra que aspira ser publicada. Interpretado por Jorge Garcia, busca liberdade e a possibilidade de transformação em cada lugar e a cada momento. Partindo de um improviso estruturado, a performance se desenvolve em diálogo com o som, os elementos cênicos, o espaço e o público, num desafio contínuo para o intérprete. | De 28 a 31 de janeiro, 20h. Capital 3, Rua Capital Federal, 35, Sumaré. | R$ 20 e R$ 10 | 50 min. | Livre. * O espaço tem capacidade para 30 pessoas, portanto, é necessário reservar o ingresso com antecedência pelo e-mail:reservas.ciajgarcia@gmail.com

Onde agora? Quando agora? Quem agora? | Núcleo EntreTanto

Com direção de Wellington Duarte e Daniel Kairoz a obra teve como inspiração o livro A Escritura do Desastre, de Maurice Blanchot.. “Nossa investigação se orientou pelo movimento que se furta; o movimento como desvio; o movimento como ausência; o movimento como desastre, em um corpo que não busca falar sobre coisas; não quer significar conceitos; não quer orientar o movimento por um único sentido. Logo, as coisas que expressa não tem uma orientação pré-definida como um sentido, mas múltiplas orientações contingentes que articulam a repetição dos processos materiais do corpo. O corpo é arrastado por um movimento errante, não privado de sentido, mas privado de centro”, explica Duarte. | Até 30 de janeiro, sexta-feira e sábado às 20h30, na Oficina Cultural Oswald de Andrade (rua Três Rios, 363 – Bom Retiro) | Gratuito | 50 min. | Livre | 40 lugares.

 

por+vir | Companhia de Danças de Diadema

Criado para comemorar seus 20 anos de atividade, por+vir promove o reencontro com nove coreógrafos que já passaram por produções da companhia. Foram convidados Ana Botosso, Cláudia Palma, Fernando Machado, Henrique Rodovalho, Luís Arrieta, Mário Nascimento, Pedro Costa, Sandro Borelli e Sérgio Rocha para conceberem conjuntamente o novo espetáculo. Por+vir se forma a partir da experimentação de reviver o antigo junto com o atual, da pluralidade do movimento; fatores que possibilitam essa experimentação, essa vivência com coreógrafos impares, sendo cada um colaborador a partir de sua ótica sobre a dança. | Dias 30 e 31 de janeiro de 2016, sábado, às 21h, e domingo, às 18h | Sesc Santana (av. Luiz Dumont Villares, 579. Santana/SP) | R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia); R$ 6 (portadores da carteira do Sesc) | 70 min. | Livre